Módulo de Fotografia de Paisagem

Saída | Herdade da Gâmbia

Agradecimento especial a Francisco Borba

Tiago Duarte

Elementos

Carlos Moreira

Tangente retrospectiva ao quotidiano citadino

Luís Conde

Escritos e pintados de ninguém em particular

Com este trabalho pretendi captar mensagens vazias ou profundas, estados de espírito mais ou menos inspirados por sensações passageiras ou prolongadas de alguém que por sua iniciativa própria ou de um qualquer grupo social ou individual escreve ou pinta uma parede da rua por onde passa ou vive e convive.

Com uma certa lógica urbana, que implica tudo o que concerne sobre aprisionamento do indivíduo como pessoa de sentimentos e emoções e globalização de acções e comportamentos sociais.

Mensagens que podem ou não ser de cariz provocatório, banais ou meramente ilustrativas, mas que inseridas na sujidade inerente às ruas de uma grande cidade chamaram a minha atenção por qualquer coisa que as diferenciou e fez sobressair nessas partes da cidade que só quem as vive reconhece.

É um trabalho que certamente continuarei, porque como reflexo de uma sociedade mutável, a minha cidade renova-se todos os dias, e os escritos e pintados de ninguém em particular vão continuar também nessa renovação, anónimos como sempre, mas identificáveis nas emoções humanas e sociais do espaço que ocupam.

 

Luis Boal

Momentos

Nuno Morais

Paisagem

João Sollari

Tangentes à paisagem

Intersecção tangencial

 

Tangência, Ponto ou linha de contacto de duas superfícies.

 

Intersecção, ponto em que se cruzam duas linhas, ou linha de cruzamento de duas superfícies. 

 

Das duas definições retenho duas palavras: contacto e cruzamento.

 

Contacto, Estado de dois corpos que se tocam; relação de proximidade.

 

Cruzamento, Acto ou efeito de cruzar; intercepção; Ocasião ou lugar onde duas coisas se cruzam.

 

                    Dicionário da Língua Portuguesa 6ª edição Porto Editora


Paula Borgo

MICRO HERDADE - detalhes

Mafalda Rodrigues

O pormenor da paisagem alentejana…

Liliana Laranjo

Desenhos num tecto de céu numa tarde de Primavera

"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara. - Livro dos conselhos"
José Saramago - Ensaio sobre a cegueira

 

 

“Desenhos num tecto de céu numa tarde de Primavera” é um ensaio sobre a descoberta de imagens pictóricas no mundo natural, em que as mesmas surgem como composições pré-definidas e inalteráveis por outrem, passíveis de serem capturadas por qualquer pessoa que nelas repare.

 

Aqui, o céu surge como a tela, onde são desenhadas as formas volúveis do que o separa de nós. No entanto, apesar de as imagens serem geradas espontaneamente, depende em tudo do estado de espírito do observador e das suas características intrínsecas, a maneira como elas são interpretadas e guardadas.

 

Deste modo, inevitavelmente, é induzida uma reflexão sobre o modo como vemos e experienciamos os espaços do nosso dia-a–dia, bem como sobre a influência das nossas emoções e experiências pessoais nessa descoberta.

 

Liliana Laranjo

Imagens realizadas em Grande Formato

O Processo de obtenção das imagens aqui apresentadas teve a seguinte ordem.

 

  • captação em grande formato com chapa 4"x5"
  • revelação das chapas em lab p&b
  • prova de contacto em papel fotográfico p&b
  • digitalização em scanner de baixa resolução

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